Entre 2 e 8 de julho decorreu na Ilha da Terceira, Açores, mais uma edição da ‘Earth Systems Summer School’. Uma escola de verão que contou com 60 participantes oriundos de vários países europeus e da américa do norte. 

A ‘Earth Systems Summer School’ tem como característica distintiva a interdisciplinaridade científica, dado o seu enfoque nas dinâmicas e interações entre os diferentes subsistemas do planeta: a atmosfera, a biosfera, o oceano e a terra sólida. O que se reflete também na variedade de formações académicas que os participantes desta escola de verão tipicamente apresentam. O programa desta escola incluiu palestras, workshops e saídas de campo, tanto em ambiente terrestre como oceânico, e no final os participantes tiveram a oportunidade de apresentar um ‘pitch’ de 2 minutos.  

Como refere à RTP Açores, Eduardo Brito de Azevedo, um dos organizadores da escola de verão e professor da Universidade dos Açores, “aqui estudamos as diferentes interfaces que normalmente são estudadas em separado. E estudamo-las no sentido de perceber quais as relações e as trocas de massa e de energia que existem entre os vários subsistemas do planeta”.  

A ‘Earth Systems Summer School’ resulta de uma parceria entre várias organizações científicas, de entre as quais, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) e o Departamento de Física da Universidade de Aveiro. Com os investigadores João Miguel Dias, Magda Sousa e Nuno Vaz (CESAM/DFis) a integraram o conjunto de oradores desta escola de verão João Miguel Dias, que foi também dos organizadores deste evento, salienta que “a importância desta escola para a UA e para os seus alunos, ao promover a imagem institucional através da disseminação do conhecimento criado na instituição na área da oceanografia física e proporcionar aos seus alunos de 2º e 3º ciclo o enriquecimento do seu conhecimento através da aprendizagem com vários investigadores de renome internacional, assim como iniciarem a criação da sua rede pessoal de contactos na área de trabalho.  

Texto por: CESAM em colaboração com João Miguel Dias

A Expedição Selvagens 50, organizada pelo Instituto das Florestas e Conservação da Natureza da Madeira, decorreu entre os dias 23 de abril e 1 de maio de 2023. A iniciativa enquadrou-se nas celebrações dos 50 anos de criação da Reserva Natural das Ilhas Selvagens.

Esta Expedição reuniu cerca de 40 especialistas de diversas instituições, entre os quais se inclui o investigador do CESAM e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), José Pedro Granadeiro (especialista em aves marinhas).  A deslocação para as ilhas foi assegurada pelo veleiro Santa Maria Manuela, que serviu como base de trabalho para as várias equipas durante toda a expedição. As equipas que trabalharam em terra replicaram os trabalhos de monitorização da biodiversidade vegetal e animal levados a cabo na Selvagem Grande entre os anos 2000 e 2005, e que englobaram o período pré- e imediatamente pós-operação de erradicação de ratinhos e de coelhos.

Em comunicado de imprensa, a Secretaria Regional de Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas da Região Autónoma da Madeira, salienta que nesta expedição “foram efetuadas cerca de 80 horas de mergulho, sendo que em terra, só os trabalhos de inventariação e monitorização da flora e vegetação, moluscos, insetos e repteis ocuparam mais de 700 horas dos investigadores envolvidos. E os dados preliminares, quer no mar quer em terra, apontam para o extraordinário estado de conservação daqueles habitats”.

Este pequeno arquipélago oceânico tem uma enorme importância do ponto de vista natural, sendo considerado o mais importante local de nidificação de aves marinhas em território nacional. De acordo com José Pedro Granadeiro, foi possível dar continuidade a diversos trabalhos com aves marinhas, incluindo uma caracterização detalhada da vegetação dos pontos de monitorização com o auxílio de drone, e a colocação de 30 gps-loggers em Cagarras, que aqui forma a maior colónia conhecida desta espécie, atualmente com cerca de 40,000 casais reprodutores. Foi ainda possível recolher amostras de dieta de gaivotas-de-patas-amarelas, e monitorizar a sua população não só na Selvagem Grande, mas também na Selvagem Pequena e no Ilhéu de Fora.

As Ilhas Selvagens foram classificadas pelo Governo Regional da Região Autónoma da Madeira como Reserva Natural em 1971, e em novembro de 2021 os seus limites foram estendidos até às 12 milhas náuticas em redor das ilhas. São assim, a maior área marinha de proteção total do Atlântico Norte, com 2.677 km2.

Para mais informações sobre esta expedição, consultar aqui

Texto por: CESAM em colaboração com FCUL e José Pedro Granadeiro

Investigadores do CESAM, em parceria com uma empresa do setor, têm levado a cabo com sucesso o projeto MAXIAQUA, cujo objetivo primordial consiste em encontrar soluções naturais e sustentáveis para o controlo da Philasterides dicentrarchi, um parasita que afeta a aquicultura de pregado. O projeto recebeu um financiamento de €345,147.00 do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP) através do programa Mar2020.
A equipa multidisciplinar deste projeto, coordenada pela investigadora Catarina Marques (CESAM/DBio) e co-coordenada pelo professor Amadeu Soares (CESAM/DBio), desenvolveu uma solução sustentável baseada em extratos naturais de plantas, algas e outros organismos. Esses extratos demonstraram atividade anti-protozoária contra diversas respostas biológicas do parasita. Os testes in vitro revelaram a inibição da atividade e expressão de genes que codificam proteases, responsáveis pela ação infeciosa do parasita no peixe, além de induzirem stresse oxidativo e reduzirem o crescimento populacional e a sobrevivência de Philasterides dicentrarchi.
A aquicultura intensiva do pregado desempenha um papel importante na economia nacional, sendo a espécie com maior volume de produção. No entanto, a gestão sustentável de doenças provocadas por organismos patogénicos tem sido um desafio para o setor. A escuticociliatose, causada pelo parasita Philasterides dicentrarchi, resulta em grandes prejuízos económicos e na produção aquícola.
O produto natural desenvolvido foi também testado em ensaios in vivo com pregado, num sistema de recirculação aquícola (RAS) piloto, primeiro e único na UA, construído no ECOMARE. Os ensaios in vivo permitiram determinar a palatabilidade, digestibilidade e o efeito do produto no aumento da resistência do pregado. O protótipo alcançou um nível de maturidade tecnológica elevado e demonstrou ser promissor no controlo de surtos do parasita e potencialmente de outras doenças.
Catarina Marques, coordenadora do projeto, destaca a importância do MAXIAQUA para a aquacultura nacional, pelo potencial de fornecer soluções inovadoras e ambientalmente sustentáveis para a gestão de doenças nesta área. Destacando a produção, transposição e validação em larga escala do produto desenvolvido como os próximos passos para impulsionar ainda mais a aquicultura de pregado de forma sustentável.

Texto por: CESAM com base em notícias UA online

O maior encontro de ciência e tecnologia em Portugal, o Ciência 2023, está a decorrer no campus da Universidade de Aveiro desde o dia 5 de julho e estende-se até ao próximo dia 7. A edição de 2023 está subordinada ao tema: “Ciência e Oceano para além do horizonte” e o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), tal como em anos anteriores, participa ativamente neste encontro.  

Como referiu na sessão de abertura, Helena Vieira, investigadora do CESAM/DAO e comissária do Ciência 2023, este encontro nacional, além de ser o primeiro que não acontece em Lisboa, é o primeiro que centra numa temática específica, incentivando a comunidade científica a construir soluções “para uma sociedade mais justa, mais azul e mais verde”. 

Têm sido dias intensos de atividade, com uma extensa participação da comunidade de investigadores do CESAM. Não sendo possível enumerar todos os investigadores individuais, destaca-se a sessão temática “À descoberta do potencial da economia azul”, organizada pelo CESAM e pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica (CBQF). Com a moderação de Amadeu Soares, Coordenador Científico do CESAM, e Manuela Pintado, investigadora do CBQF foi discutido o papel da biotecnologia azul como motor essencial para substituir as cadeias de valor baseadas em combustíveis fósseis, aumentar os sistemas alimentares circulares e reduzir a poluição. 

Ainda nesse dia, o CESAM esteve também representado na sessão noturna do Ciência 2023 que decorreu no Edifício da Reitoria da Universidade de Aveiro. Com o título “Um Oceano de Ciência para todos em Aveiro”, foi exibido o documentário “ECOMARE – Investigação e salvamento de espécies marinhas” produzido pela PlaySolutions – Audiovisuais com a coordenação científica do CESAM. Documentário que teve a sua estreia na RTP1 e que foi premiado com a medalha de ouro na categoria “Vida Selvagem – mar e florestas” do Festival Internacional de Cinema de Turismo de Africa (ITFFA). Nessa mesma sessão noturna, os investigadores Ricardo Calado e Ana Hilário (CESAM/DBIO) fizeram uma apresentação conjunta intitulada “Do fundo do mar ao fundo do prato!”. 

Pode conhecer todo o programa aqui

Texto por: CESAM 

O Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), tal como em anos anteriores, participa em mais uma edição do maior encontro de ciência e tecnologia em Portugal, o Ciência 2023. Este encontro realiza-se de 5 a 7 de julho no campus da Universidade de Aveiro, subordinado ao tema: “Ciência e Oceano para além do horizonte”. 

Como refere Elvira Fortunato, Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, “o Ciência 2023 será um marco importantíssimo para todos nós. Pela primeira vez é descentralizado: deixa Lisboa, e vem para Aveiro”. Helena Vieira, investigadora do CESAM/DAO e Comissária do Ciência 2023, assinala ainda a dupla importância desta edição, “É também, pela primeira vez, um encontro temático, com um foco no oceano e águas, nas suas intrínsecas ligações e (…) no papel da ciência em toda a sua plenitude de contributos para conhecermos, explorarmos e, também, protegermos o verdadeiro pulmão deste planeta”

O CESAM possui uma extensa presença no programa de três dias do evento, seja através dos seus investigadores individuais, seja em sessões por si organizadas. Assim, e de forma contínua ao longo dos três dias, será possível consultar os 40 posters científicos submetidos por investigadores do CESAM e participar nas atividades do CESAM disponíveis na área de demonstrações do recinto do evento.  

Destaca-se também a organização, pelo CESAM e pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica (CBQF), da sessão temática “À descoberta do potencial da economia azul”. Entre as 14:30 e as 16:00 do segundo dia (6 de julho), os investigadores Luís Tarelho (CESAM/DAO), Ana Maria Gomes (CBQF), Ricardo Calado (CESAM/DBIO), Paula Castro (CBQF), Manuela Pintado (CBQF), João Pinto da Costa (CESAM/DQ) irão discutir a biotecnologia azul como motor essencial para substituir as cadeias de valor baseadas em combustíveis fósseis, aumentar os sistemas alimentares circulares e reduzir a poluição. 

Nesse mesmo dia (6 de julho), o CESAM estará também representado na sessão noturna e orientada para o público da cidade de Aveiro que decorrerá no Edifício da Reitoria da Universidade de Aveiro. Com o título “Um Oceano de Ciência para todos em Aveiro”, será exibido o documentário “ECOMARE – Investigação e salvamento de espécies marinhas” produzido pela PlaySolutions – Audiovisuais com a coordenação científica do CESAM. Documentário que teve a sua estreia na RTP1 e que foi premiado com a medalha de ouro na categoria “Vida Selvagem – mar e florestas” do Festival Internacional de Cinema de Turismo de Africa (ITFFA). Nessa sessão noturna, os investigadores Ricardo Calado e Ana Hilário (CESAM/DBIO) farão uma apresentação conjunta intitulada “Do fundo do mar ao fundo do prato!”. 

Quanto à participação em sessões plenárias, é possível salientar a presença de Luís Menezes Pinheiro, investigador do CESAM/DGEO e Presidente do Comité Português para a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO, como orador convidado da Sessão Plenária “Governação” (09:00 e 10:30). E no último dia do evento (7 julho), Cristina Pita, investigadora do CESAM/DAO, será também oradora convidada da Sessão Plenária “Alimentação”. 

Já quanto à participação em sessões temáticas, a investigadora Sónia Cruz (CESAM/DBIO) estará presente na Sessão Temática “Um Mar de Oportunidades para a Saúde” organizada pela Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica (14:30-16:00, dia 7 de julho). E o investigador Ricardo Calado (CESAM/DBIO), já acima referido, participará na Sessão Temática “Emprego e Economia Azul Circular e Sustentável” (11:15-12:45, dia 5 de julho) organizada pelos Laboratórios Colaborativos B2E CoLAB, CoLAB +ATLANTIC, S2Aqua, Greencolab. 

Pode aceder a mais informações sobre o evento e ao programa completo, aqui. Pode ainda efetuar a inscrição (gratuita) no evento, aqui

Texto por: CESAM 

Olga Ameixa investigadora do Departamento de Biologia e CESAM da Universidade de Aveiro foi nomeada, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), delegada nacional para integrar o Comité de Gestão da Ação COST Insect-IMP – “Improved Knowledge Transfer for Sustainable Insect Breeding” (CA22140), da qual também é preponente e que junta 45 participantes de 20 países. 

A criação de insetos pode desempenhar um papel importante na garantia da segurança alimentar global, reduzindo a pegada ambiental da produção de alimentos e aumentando a sustentabilidade dos sistemas agrícolas modernos. No entanto, atualmente depende de populações de insetos cuja genética é pouco compreendida. O conhecimento da genética das espécies de gado contribuiu largamente para o avanço dos sistemas agrícolas, no entanto poucos esforços foram feitos para desenvolver programas de criação estruturados que possam garantir o melhoramento genético de espécies de insetos.  

Com o aumento da importância das abelhas como polinizadores e o aumento contínuo de outros sistemas de criação de insetos, há uma necessidade crescente de coordenar os esforços de investigação no campo da criação e genética de insetos. A Ação Insect-IMP visa estabelecer ligações entre investigadores de várias áreas da genética, entomologia e ciências veterinárias, com outros atores-chave de todo o setor da criação de insetos.  

A ação potenciará a transferência de conhecimento sobre as várias espécies de insetos, bem como de outros setores de criação e genética de animais, para permitir o desenvolvimento da investigação e dos ganhos económicos na criação de insetos e na apicultura. A colaboração dentro da ação permitirá um crescimento mais sustentável do setor de criação de insetos, aumentará a capacidade de investigação a nível europeu, estabelecendo as bases para a colaboração a longo prazo entre investigação e indústria além-fronteiras, bem como, apoiará decisões fundamentadas na regulamentação sobre criação de insetos. 

Texto por: Olga Ameixa (CESAM/DBIO) em colaboração com CESAM 

Na passada terça-feira (27 de junho), o Conselho Geral da UA visitou o CESAM. A visita foi composta por uma reunião, no formato clássico, entre os membros do Conselho Geral e o Coordenador Científico do CESAM, onde foi feita uma apresentação das atividades do CESAM e os conselheiros tiveram a oportunidade de solicitar os seus esclarecimentos.  

Após o momento de reunião presencial, os membros do Conselho Geral tiveram ainda a oportunidade de visitar os laboratórios do CESAM do piso 3 do edifício 3, onde foram recebidos pelos responsáveis de cada laboratório, que foi seguida de uma deslocação e visita ao ECOMARE (laboratório para a inovação e sustentabilidade dos recursos biológicos marinhos da Universidade de Aveiro), na zona do porto de Aveiro, Gafanha da Nazaré. Neste último, o Conselho Geral foi recebido pelos investigadores Ricardo Calado e Catarina Eira (CESAM/DBIO), responsáveis pelo Centro de Extensão e de Pesquisa em Aquacultura e Mar (CEPAM) e pelo Centro de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (CPRAM), respetivamente. 

De acordo com o Prof. Amadeu Soares, esta visita foi bastante útil para todos, tendo sido de grande utilidade para dar a conhecer aos membros, internos e externos, do Conselho Geral a qualidade e diversidade das atividades do CESAM, bem como para deixar algumas sugestões que podem ser consideradas no âmbito do exercício da revisão dos estatutos da Universidade de Aveiro. 

O Conselho Geral da Universidade de Aveiro é o órgão responsável por eleger o Reitor, aprovar os planos estratégicos de médio prazo e o plano de ação para o quadriénio do mandato do Reitor, bem como as linhas gerais de orientação da Universidade, nos planos científico, pedagógico, financeiro e patrimonial.  

Este é composto por 19 membros: dez representantes dos professores e investigadores; três estudantes; um representante do pessoal técnico, administrativo e de gestão; e ainda cinco personalidades externas de reconhecido mérito, não pertencentes à Universidade de Aveiro, e com conhecimentos e experiência relevantes para esta. 

Texto por: CESAM 

Na passada terça-feira, dia 20 de junho, José Pedro Granadeiro (FCUL/CESAM) participou no programa “90 Segundos de Ciência” da Antena 1 para falar sobre a sua investigação em ecologia das aves marinhas oceânicas.

José Pedro Granadeiro explica que estas aves fazem grandes viagens em zonas marinhas muito afastadas da costa e, como tal, através do seu estudo, é possível obter mais informações sobre a ecologia do mar profundo.

Para recolher dados para as suas investigações, a equipa de José Pedro Granadeiro coloca pequenos GPS’s nas penas das aves, o que permite monitorizar e mapear não apenas as distâncias percorridas por elas, mas também os locais onde estas se concentram. Nessas áreas, é possível encontrar não só aves oceânicas, mas também outras espécies como atuns, tubarões e mamíferos marinhos e dessa forma, a equipa é capaz de identificar áreas importantes para a conservação da biodiversidade marinha.

Pode ouvir a participação de José Pedro Granadeiro no “90 Segundos de Ciência” aqui.

A FCT anunciou o adiamento da abertura do Concurso de Projetos de I&D em todos os domínios científicos de 2023 para o período de 1 a 30 de novembro.

A FCT pretende aumentar o orçamento disponível para o Concurso de Projetos de I&D em todos os domínios científicos de 2023, encontrando-se a estabelecer sinergias com o PT2030 com o objetivo de poder alocar um montante mais elevado para o financiamento deste programa.

Para mais informações, consultar o link.

O grupo farmacêutico ZENDAL irá realizar este ano a IV edição dos International Zendal Awards 2023. Este prémio tem como objetivo reconhecer a excelência da investigação e inovação na área da biotecnologia, premiando os melhores projetos de saúde humana e animal.

Na edição deste ano, o vencedor da categoria de saúde humana será premiado com um montante de 40.000 €, enquanto o vencedor da categoria de saúde animal receberá 25.000 €. Estes prémios representam um reconhecimento do impacto dos projetos vencedores na área da biotecnologia e no avanço da saúde humana e animal.

O processo de candidaturas está aberto até ao dia 3 de Outubro de 2023.

Os interessados podem aceder à brochura da 4ª edição dos International Zendal Awards 2023 aqui.

Para mais informações sobre os prémios Zendal aqui.