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José Pedro Granadeiro explica que estas aves fazem grandes viagens em zonas marinhas muito afastadas da costa e, como tal, através do seu estudo, é possível obter mais informações sobre a ecologia do mar profundo.
Para recolher dados para as suas investigações, a equipa de José Pedro Granadeiro coloca pequenos GPS’s nas penas das aves, o que permite monitorizar e mapear não apenas as distâncias percorridas por elas, mas também os locais onde estas se concentram. Nessas áreas, é possível encontrar não só aves oceânicas, mas também outras espécies como atuns, tubarões e mamíferos marinhos e dessa forma, a equipa é capaz de identificar áreas importantes para a conservação da biodiversidade marinha.
Pode ouvir a participação de José Pedro Granadeiro no “90 Segundos de Ciência” aqui.
]]>Durante a entrevista, Bruno Nunes alertou para o impacto ambiental dos medicamentos que são descartados de forma inadequada. Segundo este, todos os medicamentos são compostos biologicamente ativos e, como tal, têm a capacidade de alterar funções do nosso organismo e de organismos que a eles estão expostos, por exemplo, em meios aquáticos.
O investigador explicou ainda, que muitas vezes acumulamos essas substâncias em casa e que se os descartarmos pelo sistema de tratamento de resíduos domésticos (lixo comum ou esgoto), isso tem uma influência negativa no ambiente. Recomenda por isso, que os medicamentos não utilizados sejam devolvidos às farmácias aderentes ao serviço da VALORMED, de forma que possam ser corretamente processados, evitando assim a contaminação do meio ambiente.
Pode ouvir toda a entrevista aqui.
]]>Os investigadores CESAM explicam que: “neste estudo foi desenvolvida uma nova metodologia que permite considerar os movimentos dos animais, e aplicá-los aos impactos previstos do Aeroporto do Montijo na avifauna do estuário do Tejo. Os resultados revelaram que os impactos agora estimados são substancialmente superiores aqueles quantificados, inicialmente, pelo Estudo de Impacte Ambiental desenvolvido para esta infraestrutura”.
Leia a reportagem do Público em: Ruído de aeroporto no Montijo terá impacto muito maior do que o previsto na avifauna | Ambiente | PÚBLICO (publico.pt)
Não perca ainda a entrevista de José Alves na SIC em: Construção do aeroporto no Montijo põe em risco maçaricos-de-bico-direito – SIC Notícias (sicnoticias.pt)
]]>A investigadora tem uma forte atividade científica relacionada com esta temática, de onde podemos salientar, por exemplo: a pertença desde 2021 àInvECO(Rede portuguesa para o Estudo e Gestão de Espécies Invasoras) da SPECO ou a Colaboração, desde 2019, com o LifeWatch ERIC IJI desenvolvendo Ambientes Virtuais de Investigação para espécies não indígenas e invasoras.
Veja o programa na RTP Play em: https://www.rtp.pt/play/p11183/e678018/sociedade-civil
]]>“A nossa missão é desenvolver investigação internacional de excelência, multi e transdisciplinar, sobre a biosfera, atmosfera, hidrosfera, litosfera e antroposfera, no “continuum” atmosfera-terra-oceano, enquadrada em Linhas Temáticas multidisciplinares” refere Amadeu Soares no artigo de opinião.
O coordenador científico salienta ainda que “O principal objetivo é promover um uso eficiente dos recursos ambientais terrestres e aquáticos, desde a bacia hidrográfica até ao mar profundo, e uma economia mais competitiva, resiliente e sustentável.”
Toda a notícia disponível aqui.
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“Historicamente, os locais mais importantes para a espécie como zona de paragem, durante a rota de migração, eram Doñana, no Sul de Espanha, e em Portugal o estuário do Tejo, mas devido à seca e à utilização cada vez maior de água pela agricultura, nessas zonas de Doñana, e também nos arrozais da Extremadura [espanhola], o habitat disponível tem estado a reduzir-se e o Tejo, nos últimos anos, também aumentou a sua área de arrozal e tem estado a aumentar a sua importância a nível populacional para a espécie”, refere o investigador na reportagem.
Pode ler tudo na edição digital (só para assinantes) aqui.
]]>“(…) a monitorização de toxinas marinhas em moluscos bivalves é necessária (…) ‘Naturalmente que bivalves com toxinas irão ter necessidade de desenvolver estratégias de defesa com gasto, por exemplo, de energias de reserva que não são assim alocadas para outros processos como crescimento ou reprodução’ (…)”
Edição digital (só para assinantes) aqui.
]]>Pode ver a reportagem da SIC aqui.
Pode ainda (re)ler a rúbrica “Pergunte a um cientista do CESAM” aqui, onde José Alves aborda esta mesma temática.