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Durante a entrevista, Bruno Nunes alertou para o impacto ambiental dos medicamentos que são descartados de forma inadequada. Segundo este, todos os medicamentos são compostos biologicamente ativos e, como tal, têm a capacidade de alterar funções do nosso organismo e de organismos que a eles estão expostos, por exemplo, em meios aquáticos.
O investigador explicou ainda, que muitas vezes acumulamos essas substâncias em casa e que se os descartarmos pelo sistema de tratamento de resíduos domésticos (lixo comum ou esgoto), isso tem uma influência negativa no ambiente. Recomenda por isso, que os medicamentos não utilizados sejam devolvidos às farmácias aderentes ao serviço da VALORMED, de forma que possam ser corretamente processados, evitando assim a contaminação do meio ambiente.
Pode ouvir toda a entrevista aqui.
]]>O CPSA é uma associação sem fins lucrativos, criada a 31 de outubro de 2022 e presidida pelo Dr. Luís Campos. Entre os principais objetivos desta nova associação encontramos a consciencialização “das populações e dos profissionais de saúde sobre as consequências das alterações climáticas e da degradação ambiental na saúde das populações” e a colaboração com “os responsáveis, a todos os níveis, nas tomadas de decisão que possam combater as alterações climáticas e a degradação ambiental”.
A investigadora do CESAM foi convidada pelos corpos gerentes da CPSA a integrar o conselho científica desta associação, onde constam nomes como Mónica Bettencourt-Dias (IGC), Francisco Ferreira (FCT-NOVA e Associação ZERO) e Baltazar Nunes (INSA). Convite esse que surge pela sua reconhecida competência científica nas temáticas associadas às alterações climáticas. Com a participação em vários projetos de investigação nacionais (FCT, Fundação Calouste Gulbenkian) e internacionais (FP7, H2020, Horizonte Europa, DG Saúde, ERASMUS+) ligados à qualidade do ar e saúde, alterações climáticas, metabolismo urbano e sustentabilidade.
Pode conhecer mais sobre o Conselho Português para a Saúde e Ambiente aqui.
]]>“(…) a monitorização de toxinas marinhas em moluscos bivalves é necessária (…) ‘Naturalmente que bivalves com toxinas irão ter necessidade de desenvolver estratégias de defesa com gasto, por exemplo, de energias de reserva que não são assim alocadas para outros processos como crescimento ou reprodução’ (…)”
Edição digital (só para assinantes) aqui
]]>Pode ver a reportagem da SIC aqui.
Pode ainda (re)ler a rúbrica “Pergunte a um cientista do CESAM” aqui, onde José Alves aborda esta mesma temática
“(…) O CESAM reconhece a floresta como um sector da maior importância para Portugal e é um dos poucos Laboratórios Associados cuja atividade promove os três grandes pilares da sustentabilidade: económico, social e ambiental. (…)”
Pode ler o artigo de opinião aqui
]]>José Alves, investigador principal e orientador do trabalho de João Belo, explica, também nessa reportagem, que os dispositivos GPS colocados para a investigação de carácter mais local do João servem também para ser utilizados no estudo da conectividade migratória. À comunicação do CESAM, José Alves reforça ainda a ideia de que “É fundamental comunicar a nossa investigação em biodiversidade para que a sociedade conheça a riqueza biológica que (ainda) temos, pois sem a conhecer nunca terá motivos para a valorizar e proteger. Por outro lado, perceber o trabalho de equipa que está por trás do conteúdo científico produzido nesta área mostra também o nível de conhecimento técnico e o empenho dos investigadores, que vai muito para além do que se pode imaginar. Por exemplo no nosso caso, não é toda a gente que está disposta a sacrificar noites de sono a andar na lama ao frio e às escuras, e que se sujeita a isso para aprender e treinar técnicas de captura e anilhagem de aves, de forma a poder finalmente contribuir nestes trabalhos de investigação.”
]]>2017
2016
2015